<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[cronicamente online]]></title><description><![CDATA[Cronicamente Online]]></description><link>https://blogosclassicos.wixsite.com/website/blog</link><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Tue, 29 Sep 2026 18:01:59 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://blogosclassicos.wixsite.com/website/blog-feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title><![CDATA[A Crônica como memória viva do Brasil: entre imprensa, literatura e educação]]></title><description><![CDATA[Fila de ônibus no Vale do Anhangabaú, circa 1953. Foto de Alice Brill / Instituto Moreira Salles, material retirado do Portal da Crônica Brasileira. O gênero literário das crônicas surge, tradicionalmente, no Brasil, nas páginas do meio de comunicação mais utilitário e comercial que há: o jornal. Seu espaço sempre foi cultivado nas colunas dos veículos em troca de uma remuneração em dinheiro, e seu caráter cotidiano acabou, ao longo da história, contribuindo para a construção de um...]]></description><link>https://blogosclassicos.wixsite.com/website/post/a-cr%C3%B4nica-como-mem%C3%B3ria-viva-do-brasil-entre-imprensa-literatura-e-educa%C3%A7%C3%A3o</link><guid isPermaLink="false">69acbf503fdd64550e6ae487</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:27:46 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/cc0450_6098a4bc925449a0b48c905b1a8f8a9f~mv2.png/v1/fit/w_587,h_412,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabella Hertzog </dc:creator></item><item><title><![CDATA[A Normal]]></title><description><![CDATA[Escrita em 2008, crônica de Fernanda Young reaparece no debate contemporâneo como reflexão sobre exposição e incompreensão. Fragmentos fotográficos do rosto de Fernanda Young  — Foto: Acervo Pessoal    Ao publicar “Aos que não nos enxergam”, em 2008, Fernanda Young formulou um texto que, relido após sua morte em 2019, quase vira um testamento. A crônica, inicialmente interpretada como reação a julgamentos superficiais, hoje se impõe como reflexão sobre presença, memória e a precariedade do...]]></description><link>https://blogosclassicos.wixsite.com/website/post/a-normal</link><guid isPermaLink="false">69b01b42899dc1951b166581</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:26:50 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/cc0450_629e79a656554e75a5815109cd988c51~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_562,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Maria Rita</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Os cascos e as carícias do prazer de incomodar]]></title><description><![CDATA[Escritora Hilda Hilst em seu espaço de trabalho - Foto: Cláudio Pedrosa/CB/D.A. Press/    Já se ouviu falar de uma mulher que escrevia e vivia quase em exílio voluntário, rodeada por dezenas de cães, e que convocava Deus pelos mais diferentes nomes, como “O Mudo Sempre”, “Sorvete Almiscarado”, “Lúteo-Rajado”, “Querubim Gozoso”, “Caracol de Fogo” e “Relincho do Infinito”. A performance não era caricatural. Tratava-se de Hilda Hilst. Poeta, dramaturga, ficcionista e cronista, Hilst construiu...]]></description><link>https://blogosclassicos.wixsite.com/website/post/os-cascos-e-as-car%C3%ADcias-do-prazer-de-incomodar</link><guid isPermaLink="false">69acc2249992c96cd84b7879</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:21:24 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/cc0450_618cbc4491bf42d692b4cab3dcee8f12~mv2.png/v1/fit/w_700,h_400,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Maria Rita</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Clarice em Todas as crônicas: o retrato íntimo do cotidiano de um Brasil em sufoco]]></title><description><![CDATA[Clarice Lispector por Maureen Bisilliat. Agosto de 1969 / Fotografia do acervo do Instituto Moreira Salles. Clarice Lispector foi uma das escritoras e jornalistas mais influentes do século XX, de origem russo-judaica, cedo naturalizada brasileira. Autora de romances e crônicas, é conhecida por ser uma contadora de histórias cotidianas e simples, mas com abordagem de temas psicológicos profundos. Entre os anos 1967 e 1973, a autora tinha seus textos publicados no Jornal do Brasil, e, em sua...]]></description><link>https://blogosclassicos.wixsite.com/website/post/clarice-em-todas-as-cr%C3%B4nicas-o-retrato-%C3%ADntimo-do-cotidiano-de-um-brasil-em-sufoco</link><guid isPermaLink="false">69acb3e429fc34c42794a41e</guid><pubDate>Tue, 10 Mar 2026 13:19:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/cc0450_1996cadcefcd4618a6dee6d08b9c12ed~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_900,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Isabella Hertzog </dc:creator></item></channel></rss>