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A Normal
Escrita em 2008, crônica de Fernanda Young reaparece no debate contemporâneo como reflexão sobre exposição e incompreensão. Fragmentos fotográficos do rosto de Fernanda Young — Foto: Acervo Pessoal Ao publicar “Aos que não nos enxergam”, em 2008, Fernanda Young formulou um texto que, relido após sua morte em 2019, quase vira um testamento. A crônica, inicialmente interpretada como reação a julgamentos superficiais, hoje se impõe como reflexão sobre presença, memória e a p

Maria Rita
10 de mar.3 min de leitura


Os cascos e as carícias do prazer de incomodar
Escritora Hilda Hilst em seu espaço de trabalho - Foto: Cláudio Pedrosa/CB/D.A. Press/ Já se ouviu falar de uma mulher que escrevia e vivia quase em exílio voluntário, rodeada por dezenas de cães, e que convocava Deus pelos mais diferentes nomes, como “O Mudo Sempre”, “Sorvete Almiscarado”, “Lúteo-Rajado”, “Querubim Gozoso”, “Caracol de Fogo” e “Relincho do Infinito”. A performance não era caricatural. Tratava-se de Hilda Hilst. Poeta, dramaturga, ficcionista e cronista, H

Maria Rita
10 de mar.2 min de leitura
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